23 maio 2007

Sem clichês por hoje, só falando o fundamental

Poupando vocês de uma longa desculpa, explicações mil... Vamos ao que interessa. Primeiro, antes de tudo, caso alguém tenha notado, hoje é o meu aniversário. Idade? Bem... Quando um médico coloca um estetoscópio nas costas de um paciente e pede a ele para falar em voz alta um número, qual é? Esse mesmo, 33. A idade que Cristo foi crucificado. E, embora eu não tenha planejado morrer por ninguém, devem querer me pendurar num madeiro, já que usuário nunca está satisfeito. Se alguém quiser me dar algum presente, peço que seja em dinheiro ou em crédito numa loja de materiais de construção. Explico num próximo post. E muito obrigado por todas as lembranças de vocês. Ao contrário do ano passado, que eu fiz agradecimentos pessoais a todos que me parabenizaram, esse ano eu só vou fazer um grande obrigado a todos vocês.

Outra novidade legal (e ao mesmo tempo, não tão legal) é que troquei o HD do meu notebook. Comprei um HD de 120 Gb da Samsung por módicos R$ 295, e ganhei a troca de graça pelo funcionário da loja. Descobri que trocá-lo é bem mais fácil do que eu pensava, e eu mesmo o teria feito. Em compensação, o HD antigo, um Hitachi de 20 Gb (finalmente descobri a marca) está agora num case de HD IDE, que liga via USB, mas se recusa a funcionar corretamente. Preciso descolar um adaptador emprestado, para ver se consigo recuperar os dados dentro dele, ou entender o que está acontecendo com o dito cujo. Afinal, se eu consigo colocá-lo operacional, eu terei um pendrive grandinho, de 20 Gb, para passear comigo. A solução foi reinstalar o Ubuntu do zero, colocando o Feisty Fawn e reconfigurando tudo de novo. Ainda não acabei, mas com espaço maior, fica mais fácil de trabalhar. 10 Gb para a partição principal é um mundo para o Linux. Tem é espaço para me divertir. E 107 Gb para guardar tralha... É o sonho para qualquer encontro dos amigos do Esteban.

Falando em Esteban, isso me lembra MSX. E MSX lembra-me da idéia que eu dei ao pessoal que organiza o encontro de usuários de MSX em Jaú, para pensar numa edição no meio do carnaval. A maioria dos MSXzeiros não curte carnaval, e ir para uma cidade que fica deserta nesse período, para ficar fudebando, é o paraíso. Ei, Toni e Wilson, pensem com carinho nessa idéia, eu tenho certeza de que a fudebada vai adorar.

Ainda no papo do Esteban, só para notificar aos trekkies que estou a 1,81 Gb de ter tudo a respeito de Jornada nas Estrelas já produzido, em termos de TV e cinema. A série clássica (em DVD), os filmes (em DVD), a Nova Geração, DS9, Voyager, Enterprise (43 DVD-Rs!). Pretendo começar a converter os episódios e começar a assistir, o que tem assunto para alguns anos (sério) de diversão solitária e noturna. Não tão solitária, quando eu conseguir fazer com que a Maria Cláudia assista também (embora, no momento, o processo de absorção continue usando Galactica).

Depois falo mais.

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05 novembro 2006

Mais Jaú, agora no fim

São 11:20, e estamos quase indo embora daqui de Jaú. Na ida, viemos num Marea Weekend, de um amigo do Edson, e que tem um grande cilindro de gás. Com três paradas para abastecimento do carro (e duas delas para abastecimento dos passageiros), além de oito pedágios, o gasto ficou em irrisórios R$ 24,10 para cada um dos quatro passageiros. Bem mais em conta do que gastamos ano passado, na gasolina, no meu carro. Como iremos rodar um pouco na gasolina, até Rio Claro, a volta será mais cara. Mas acredito que gastaremos no máximo R$ 70. Bem menos do que em 2005, que foram R$ 125 para cada um dos três passageiros. E seguimos o roteiro que sabíamos. Logo, chegamos em 9 hs. Bem melhor do que as 12 hs do ano passado.

No "encontro paralelo", conforme eu sabia, não conseguiríamos copiar tudo que nós queríamos. Ainda tem uma breve lista para deixar para a "fonte do poder", para que ele, na sua infinita capacidade de nos surpreender, preencha algumas mídias e nos despache pelo correio. A coisa foi tão curiosa que nós fizemos uma "vaquinha" para comprar uma placa de rede nova (Fast Ethernet), e eu achei um cabo de 80 vias, fundamental para aumentar a taxa de transferência, e a velocidade com a qual estávamos compartilhando "informação". Um switch emprestado foi também uma grande ajuda, e a gaveta USB do HD fez a sua prova de fogo, trabalhando feito uma doida. Aliás, o HD desse carinha aqui, o Legolas, chegou a incríveis 59 graus celsius, passando por um bom tempo mais quente que o próprio processador, forçadamente mantido a 861 Mhz (56% do total). Meu gravador de DVD foi também uma grande ajuda para o evento paralelo, queimando tudo "até a última ponta". Mas, infelizmente, no final do encontro a máquina do Toni abriu o bico, e suspeitamos que seja a fonte ATX. Saberemos depois.

Tivemos alguns micros bizarros, como um MSX 2 da Mitsubishi com um telefone. Sim, tem um telefone em cima do micro. Deve ser bom para justificar o atraso com a namorada, enquanto programa. Ainda um Talent, um Sanyo Wavy 25 e um Yamaha CX5M. Continuo convicto que o Ravazzi é realmente "a fonte do poder", em termos de MSX. Mas o Maluf trouxe um MSX da Hitachi que eu nunca vi, nem em foto. Assustador.

Werner Kai, amigo MSXzeiro de longa data, tirou uma foto minha enquanto eu teclo essas letrinhas que vocês estão lendo agora. Depois eu coloco por aqui. Acho que não teremos tempo de coletar todas as fotos, mas eu bati algumas com a câmera (as pilhas continuam sendo as vilãs, e eu estou pensando em trocar de câmera logo), e muitas com o celular (que tem 2 Megapixels de resolução). Só verei-as em casa. Mas rendeu tudo, como sempre, boas risadas, muita conversa e aproximação de amigos. Afinal, o MSX é o nosso principal catalisador, mas o maior prazer de estar em Jaú, uma vez por ano, é ver os amigos, conversar, dormir tarde, acordar cedo, falar besteira, ver o "engarrafamento" na porta do Shed (principal e único point da cidade).

Bem, deixa eu aproveitar o final do encontro, são 11:40 e eu quero curtir o ambiente mais um pouquinho. Em casa falo mais. Até!

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