23 setembro 2008

Desventuras em série - com bancos

O Daniel Caetano contou no seu blog as suas desventuras com o Banco Real, e eu lembrei das minhas... Resolvi comentar as minhas um pouco também.

Banco é uma droga mesmo. Sou cliente dos 3 grandes (Bradesco, Itaú e Banco do Brasil). No Bradesco, tenho uma conta-poupança (conjunta com meu pai, desde os meus tempos de menor de idade), onde é depositado o meu salário, de uma instituição onde leciono. Ainda tenho uma conta corrente no mesmo banco, mas em agência diferente (aberta agora), para receber salário da faculdade que me chamou de volta à sala de aula. No Itaú, recebo o pagamento do Estado. No BB, recebo... Nada.

De todos, o que tenho a dizer:
  • O Banco do Brasil não me deu muito problema, mas também, por não receber salário por lá, não tenho nenhuma cortesia. Para conseguir o cartão de crédito internacional, foi uma novela, tive que pegar uma capitalização e uma previdência privada, por exemplo. Mantenho essa conta por questões de confiabilidade: O BB ainda é bem-visto por aí, e eu tenho essa conta há 11 anos, desde que eu fechei a conta do mestrado (quando perdi a bolsa de estudo), e abri uma conta universitária. Mas assim como o Real que o Daniel relatou, quando precisei discutir algo relativo à conta, demorou um bocado para atender. Certa vez, com a questão do cartão de crédito, saí da agência depois das 6 da tarde, já verde de raiva por ter esperado tanto. Já tive mais produtos do banco, mas todos rodaram: A capitalização acabou e eu peguei o dinheiro de volta; a previdência privada foi devidamente estripada para pagar a obra da casa. E o cartão de crédito foi eliminado nessa que foi o meu mais recente lance: Resolvi cancelar o cartão de crédito VISA internacional que tinha por lá, já que o Itaú me ofereceu um com um limite 3x maior (até parece que eu um dia vou arranhar o limite, mas... Pode ser necessário), com mais regalias, etc e tal. Ah, tinha pontos disponíveis no programa de fidelidade deles. Fui olhar o que eu poderia retirar... E o item menos inútil era um par de frigideiras. Fazer o quê, pedi e entregaram aqui em casa, Cláudia ganhou mais duas. Depois, cancelei o cartão. Sábias palavras do grande (fudeba sumido) Mar: "O Banco do Brasil só não entra em falência porque ele é grande demais!"
  • O Itaú deve ser o que me deu menos problema. No tempo em que era Banerj, uma gerente (não sei se gerente de conta) ficou assustada quando viu o meu saldo em poupança, resultado de economias do salário (bom) que eu recebia, e das condições de solteiro em que eu estava. Me passou para cliente especial, aumentou as regalias, embora eu nem quisesse. Para não dizer que tive problema, uma vez tive um problema com a senha, e para desbloquear foi uma novela, 1 h de fila e o escambau a quatro. Usei e abusei do LIS agora, nesses últimos meses, por conta da vermelhidão do meu saldo. Mas estou saindo do buraco agora, e a tendência é melhorar. Mas outra bronca com o Itaú que eu tenho é o esquema com a porta do banco, que vive fechando para mim, e quase tenho que me despir para ir lá dentro. Justamente um local onde eu não quero ir.
  • O Bradesco... Bem, já falei (mal) dele por aqui, logo vou poupar o meu latim e colocar um link para um post antigo sobre o que eu já disse (mal) desse banco. Afinal, recordar é viver. Então, clica aqui, ó. Com a conta nova, até aqui... Nenhum problema por enquanto.

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04 dezembro 2007

A volta de Jaú

Faz um tempão, mas eu resolvi aproveitar enquanto tento cancelar a minha conta no Terra via chat para contar como foi a volta de Jaú, que eu não falei.

Anteriormente, decidimos fazer o mesmo caminho da volta, apesar do roteiro que o Maluf nos indicou. Era melhor voltar por um percurso que conhecíamos, mesmo pagando pedágio, do que arriscar por uma estrada desconhecida, cheia de curvas, e à noite. Menos trabalho. Então...

Acordamos às 3:45 da manhã, fomos até a portaria do hotel e fomos vender a alma, ops, pagar a conta do hotel. Bem, ano passado o Vip Hotel foi convidativo, esse ano não. O preço do quarto triplo subiu 20%, e tivemos uma noite em que 2 ocuparam um quarto com 3 camas. Não compensou. Segundo o Sturaro, o Hotel Jardim foi reformado e está melhor do que estava no ano anterior (a recepção veio para a frente), inclusive wi-fi.

Não vou negar que o Vip Hotel é bom. Pelo contrário, é ótimo: Tem wi-fi em todos os andares (2 APs por andar), um ótimo café da manhã, um lounge simpático (que não usamos)... Mas ficou caro para apenas dormir e tomar café. Acho que no próximo ano em que formos (2009, provavelmente), iremos para o Hotel Jardim mesmo.

Finalmente saímos às 4:17, não sem antes constatar que todos os morcegos e passarinhos que habitam as árvores do estacionamento resolveram satisfazer suas necessidades fisiológicas em cima do meu carro, coroando o pára-brisa com 2 manchas grandes. Não teve jeito, tivemos que ir a um posto de gasolina para dar uma lavada. Enquanto o resto do povo aproveitou para tomar o café da manhã, o pára-brisa foi lavado, e saímos de lá em torno das 4:30 da manhã. Tudo escuro.

Dirigir à noite é engraçado, tudo um grande breu, numa estrada escura, mas como é uma rodovia pedagiada, está bem sinalizada. Logo pagamos o primeiro pedágio (ugh), e vimos o Areias Que Cantam (ecoturismo), o Motel Cê Que Sabe, entre outros. Chegamos a Rio Claro pouco antes das 6 da manhã, e abastecemos com GNV. Já vai ficar mais em conta.

Às 7:15 da manhã, nova parada em Sumaré, perto de Campinas, para por mais GNV. Paramos, aproveitei para comer alguma coisa. O Rogério (com a namorada) e o Tabajara decidem ir a São Paulo. Rogério viu um carro no WebMotors, e ficou interessado (acabou comprando). O Tabajara queria aproveitar para ir à Santa Ifigênia, já que ele estava perto da Meca da eletrônica, porque não ir? Eu adoraria ir com eles lá, visto que não teria tão cedo uma oportunidade de ouro, de ir com duas pessoas que conhecem bem a Santa Ifigênia. Mas eu:


  • Tinha que dar aula à noite, em São Gonçalo.

  • A viagem seria cansativa, eu tinha que chegar mais cedo para descansar em casa.

  • Estou sem dinheiro. Ir lá e não comprar nada, é como ser levado a uma loja de doces sendo diabético: Uma crueldade.

Logo, troca de passageiros, ósculos e amplexos, e os dois Ricardos (Pinheiro e Oazem) seguem rumo ao Rio de Janeiro, nossa Gondor, enquanto escapava das vizinhanças de Mordor (São Paulo). O GNV acabou perto do fim da Rodovia Dom Pedro I, e pensei em abastecer em Jacareí mesmo. Segundo o mapa que comprei na ida, tem um posto com GNV em Atibaia, na entrada da cidade. Mas eu não queria parar e procurar, a pressa era grande.

Só que errei a entrada para a Dutra, e acabei seguindo pela Carvalho Pinto, rodovia paulista que segue em paralelo à Dutra, com limite de velocidade maior (120 km/h), um pedágio pouco mais caro do que o da Dutra (R$ 4,60), e sem postos de GNV. Whatever, o jeito é ir por ela até Taubaté. Só paramos para por GNV em Guaratinguetá, no Clube dos 500. E isso já eram 10:30. Parada rápida, GNV e banheiro, vamos embora.

Seguimos em frente, aproveitando onde dava para acelerar, mas com receio dos radares. Tive a nítida impressão de que fui fotografado acima da velocidade permitida para chuva, no final da Dom Pedro I, às 9 da manhã. Mas o Oazem acha que foi um raio que caiu no horizonte. Assim espero. E às 11:45 estávamos em Rezende, abastecendo o carro de mais GNV, e já ansiosos para chegar no Rio. Já estávamos em casa, com roaming local, o que ajudava. Presenciamos um pouco antes o atropelo de um cão (por pura imprudência do animal), e a tentativa mal-sucedida de um caminhão dos Correios de não atropelá-lo. Sem sucesso, o pobre e tolo canino morreu diante dos nossos olhos.

Atravessamos a Serra das Araras, e principalmente fizemos a travessia sem abusar. É com certeza o trecho mais perigoso da Dutra, principalmente porque você está cansado, no final de viagem, e topa com esse show de curvas, nós e voltas na pista. Tem que fazer com calma, e tomei cuidado de atravessá-la de dia. Foi o caso, depois de vários radares e alertas, medidores de velocidade na entrada da serra e o escambau a quatro, atravessamos a bendita serra, e às 13:40, deixo o Oazem em Belford Roxo, mas não sem antes mais um abastecimento, e o recorde de 130 km com um cilindro de GNV na estrada. E não tinha acabado todo o gás, só estava "na alma".

Já por minha conta, voltei para casa entrando por Irajá, e depois em Madureira, gasolina e GNV, e às 14:25, finalmente em casa. Arredondando, 10 horas de viagem. Cheguei em casa estourado, tirei um cochilo, já com a cabeça na obra e nas demandas... E de noite fui dar aula, 1/2 alquebrado. Dos 30 alunos, 8 presentes. Paciência, matéria nova e bola pra frente.

Foi uma experiência interessante, dirigir 700 km em 10 horas. Eu gosto de viajar dirigindo, e fazer essa "doideira" valeu a pena. Ainda + p/ ir p/ Jaú, rever os amigos e fudebar um bocado. E, como diria mestre Tabajara: Todo o poder aos fudebas!

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17 novembro 2007

Mais sobre Jaú

São pouco mais da meia-noite do dia 18/11, e vamos falar (um pouco) sobre como está sendo o encontro de Jaú, para quem não veio por fudebice, que perceba a bobeada que deu. Quem não pode vir, por motivos alheios à sua vontade... Lamento informar, mas estão perdendo um ótimo encontro.
Primeiro, o pacote do Oazem. Quem foi na MSXRio, viu o que ele fez, um protótipo de 4 VDPs pendurados no mesmo MSX. O vídeo está aí embaixo:

Agora, legal mesmo foi essa novidade que ele demonstrou em Jaú. Que tal... Esse jogo num MSX?

Interessante, não? Pois é, e ele não é programador, apenas um desenvolvedor de hardware. Aliás, no Brasil, temos ótimos desenvolvedores e entendidos em hardware: Ademir Carchano, Tabajara, o Rafael B@ss, Sturaro, Oazem, o Danjovic, etc. Mas está faltando desenvolvedores de software. Isso faz falta, pois o binômio vira um monômio perneta: Hardware sem software... Ah, vocês sabem.

O papo e os amigos: Sempre é uma alegria rever amigos queridos, que só vemos via Internet, e mesmo assim às vezes. E ainda fazer amigos novos, como o Edgard Pinheiro (com um sobrenome desses, tinha que ser gente boa), cearense, dentista e colecionador de micros antigos. Ou rever o RicBit, agora funcionário da colônia da SkyNet em BeAgá, além do DJC, cujo casamento eu não pude ir (embora estivesse em São Paulo, naquele final de semana). Conhecer um pouco melhora Lúcia, noiva do Moacyr, e ir comprar uma sandália para a Cláudia com a assessoria dela e da mãe do Spy, uma senhora super-simpática e comunicativa (lembrou muito minha mãe), além da convivência com a cambada toda. Isso faz valer a viagem toda, ida e volta.

Novidades: Além da VDU, que vocês viram os vídeos aí em cima, teve um desmanche de um teclado da Toshiba, que vinha com o MSX-Audio, para copiar como ele funciona por dentro. Valeu Maluf, por ter liberado para o povo desmontar o bichinho (muito pesado, por sinal). O FRS mostrou a sua adaptação para transformar as Music Module em MSX-Audio, o Ravazzi trouxe algo bizarro (um MSX 2 da Hitachi com 64 Kb de VRAM!), o MSX-on-a-chip do Carlos Eduardo, Carchano aparecendo e trazendo muitos componentes para vender, uns bons papos sobre hardware e programação... Não, não teve tanta novidade assim, é verdade. Mas houveram coisas interessantes.

Aliás, alguns fatos pitorescos:
A Tatiane, namorada do Rogério, chegou aqui curiosa para ver o que "um computador velho tem para fazer esse povo todo ir para uma cidade no meio de São Paulo e passar 4 dias por lá". Bem... No primeiro dia ela entendeu, depois de um papo com o Edgard, em que ele descreveu o cuidado e o carinho com que ele trata sua coleção de micros, encabeçada por 12 MSX. No segundo, ela pegou o fMSX S/60 e colocou no celular dela (um N73), e mais um monte de ROMs. No terceiro, ela falou em comprar um MSX-on-a-chip, que ela achou "uma gracinha". Conclusão: A nossa fala em uníssono ao Rogério foi simples e direta: "Bicho, case com ela!". Quem sabe demos um impulso?

Ah, teve o povo que foi fazer rapel na cachoeira, em Brotas, e voltou contando histórias engraçadas de como alguns se penduraram e se enrolaram para descer as cachoeiras de 25 e 47 metros. Um dia que eu vá a Jaú com tempo (quem sabe, se o Toni e o Wilson aceitam a minha eterna sugestão de fazer um encontro no carnaval), aí eu irei fazer rafting, pelo menos. Rapel... Pode ser também.

De noite... Shed, como sempre. Antes, no 1o dia, o X-Fudeba (que o Tabajara não teve sorte de comer). No 2o, o pastel (que não fui, por ficar fudebando no hotel e perder a hora). No 3o, rodízio de pizzas (massa fina, boa... Mas já comi melhores). O grupo foi menor esse ano, mas andou mais unido.

Já complemento esse post de volta para casa, mas não pretendo que seja o último sobre Jaú. Ainda quero falar mais um pouco, e tecer algumas considerações a respeito. Mas, vale lembrar mestre Wanderson, MSXzeiro do Espírito Santo: "Fudebar é preciso". Sábias palavras.

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29 setembro 2007

Dica rápida sobre cinema

Blog de um amigo meu, sobre cinema, e no momento, sobre o Festival do Rio (que eu não consegui nem olhar): Cinema Ciotat. Depois vou colocar ele aí do lado, na barra dos blogs amigos.

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23 setembro 2007

Virei hacker de Playstation 2 por 2 meses

Todos sabem que sou militante do partido do pinguim. Talvez eu não seja como o Cesar, que o videogame, o palmtop, o... Internet gadget (Nokia 770), o celular, o roteador wireless e a cafeteira rodam Linux. Mas eu gosto muito de desafios, e o Marcio Lima apresentou-me um: Instalar Linux num Playstation 2. No início, achei perda de tempo, achei que não iria dar certo, por ele não ter o equipamento correto (HD + interface IDE + Ethernet). Mal sabia eu que ele tinha tudo para fazer a brincadeira.
Bem, baixei para ele os 2 DVDs, gravei, e fomos tentar instalar na 3a passada. Depois de tentar e não conseguir, descobrimos que o problema era do desbloqueio usado. Na 6a tentamos novamente, e conseguimos. Acabamos fazendo uma burrada depois, e apagando todo o HD (de 400 Gb). Conversei com ele, já que ele iria para Manacapuru (acertei!), no interior do Amazonas, se ele me emprestava o PS2. Ele concordou.
Logo, virei um hacker de Playstation 2 por 8 semanas: Devolverei-o a ele em meados de novembro. Cheguei a pensar em levar o PS2 para a escola, fazer a instalação do Linux por lá... Mas se eu soubesse, teria marcado uma palestra na escola para demonstrar. Infelizmente não deu. Por ocasião do encontro de Jaú devolverei-o, mas não sem antes instalar o HDLoader, encher de jogos e ROMs de emuladores, e instalar as 3 distribuições de Linux que encontrei:
  1. PS2Linux (baseada numa RedHat antiga, acho que 9.0);
  2. Blackrhino (baseada na Debian);
  3. Gentoo.
Existem vários tutoriais na Net, acho que não vai ser realmente difícil, mas com certeza será muito divertido fazê-lo. Gradius V será (obviamente) o primeiro a ser colocado por lá, mas depois vou colocando outros...

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02 junho 2007

Rápidas


  • Chegou aquela época do ano em que a minha paciência estoura, e minha criatividade se esvai: a hora de escrever provas. São 8 turmas, com 5 assuntos diferentes, e para 2 delas, ainda 2 listas de exercícios, para treinar para a prova. Serão 18 provas a serem criadas, no caso da faculdade teremos a 2a prova, segunda chamada e final. E tome idéia, e eu estou fugindo de fazê-las...
  • Fedora 7 instalado, codinome Moonshine (preferia o Zod, do FC6). Nenhuma mudança estrutural, além dos balões no instalador, e do boot mais bonitinho. Do FC5 para o FC6 tivemos mudanças bem grandes. Aqui não notei nenhuma. A placa de som não está funcionando, parece que não está achando o dispositivo de áudio para ela. Well, o resto, até aqui, funciona. Menos pior. update: Descobri o problema, eu esqueci de compilar o módulo para essa placa de som, doh!
  • Foresight também instalado, mexi um pouquinho, é interessante. Mas algumas coisas não funcionaram a contento, depois eu futuco. O instalador é o Anaconda, achei bem legal isso. E o tema é muito bacana, eu adoro verde...
  • Carro na oficina, para regulagem do freio de mão e uma gambiarra para prender a bola do câmbio (R$ 50 por uma peça de borracha? Tô fora). Era preciso fazer com tempo. Daqui a pouco vou lá pegá-lo.
  • Tempo chuvoso atrasa a obra. Preciso ir lá dar uma olhada, ver como estão as coisas.
  • Conversa com um amigo ontem me deixou triste... A constatação de que ele mudou, do vinho para a água, de uma pessoa admirável para um burguesinho qualquer, sujo e cínico... Dá uma tristeza daquelas. O jeito é tentar ajudar, de alguma forma, a ele corrigir a rota dele. E, se persistir a cabeça-dura (mais do que a minha), isso só vai causar o inevitável aumento da distância entre nós.

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31 maio 2007

Murphy ataca... Novamente e outra vez.

Tudo acontece quando você não pode se dar ao luxo de perder tempo. E hoje de manhã foi um dia desses, estava cheio de coisas para resolver, e a placa-mãe do meu micro (uma Abit KV8-Pro) resolveu não funcionar. É verdade que depois que coloquei mais 512 Mb de RAM (que eu peguei com o Dr. Venom como parte do pagamento de uma dívida), a máquina ficou um pouco estranha. Mas hoje não queria funcionar direito nem a tapa. E mexe daqui, solta cabo dali, atualiza BIOS, reconfigura isso e aquilo, jumpers... Nada. Não tem jeito, depois da manhã perdida, removo ela do gabinete, empacoto e depois de uma aula na escola, levo no técnico que confio, para verificar o que está acontecendo. O mesmo me promete uma resposta amanhã na hora do almoço.

Infelizmente não tive tempo de copiar os arquivos importantes (como meus emails) para o notebook, logo poderia ir trabalhando por lá. Até consigo copiar, mas não sem pouco trabalho. Logo, acabei chegando cedo aqui na Paraíso, e tentei aproveitar para resolver algo no servidor da escola, o que eu iria fazer hoje. Saquei o PuTTY, canivete suíço com SSH, Telnet, rlogin, SFTP e outros... Mas a porta 22 está fechada. Grrr, pôxa, que droga.

Para completar a fileira de probleminhas irritantes, um engasgo não identificado no crontab do novo servidor da escola, o INetServ (também conhecido como Xuxu (*)), não está gerando corretamente o relatório do Squid, via SARG. Tenho que ver o que está acontecendo, o que verei em casa, depois.

Quanto aos downloads, no momento o que ocupa a minha rede P2P é a ISO do Fedora Core 7, que foi lançada hoje. Também estou finalizando o download de um DVD que eu queria muito, o show On The Night, do Dire Straits. Depois devo parar um pouco com os downloads, visto que cheguei a um estágio em que peguei quase tudo que me interessava. Logo, o bom e velho boromir deve ficar desligado durante o dia, colaborando com a baixa na conta de luz de casa.

No mais, muita coisa acontecendo... Semana passada pensei que tinha apagado as partições do meu HD de 80 Gb (fui tentar destrancar o HD do notebook), e fui futucar, recolocar tudo funcionando... Os dados foram preservados, mas enchi a paciência e reinstalei o Fedora 6, por cima, no meio da madrugada. Instalei, atualizei, coloquei o Beryl funcionando, com direito a janelas sendo queimadas quando são fechadas, e reduzidas num flash de luz quando são minimizadas. Nada útil, mas muito legal de se ver.

A construção começou oficialmente na 2a, mas meu bolso já está numa espiral descendente, com meta de chegar ao zero em breve. Já foi um valor razoável, com fundação e mão-de-obra... Andou chovendo e nesse tempo não é muito bom para construções.

Troca de correia dentada, lá vou eu, R$ 200 na correia, mais R$ 120 no tensionador da correia (ainda era a original, a correia é a 4a), e mais R$ 120 de mão-de-obra (dá um trabalho daqueles para tirar a dita cuja). E eu gastando um dinheiro que não tenho... Tá, até tenho, que é o dinheiro da FAPERJ, logo significa que não é meu. E pronto.

Fim de período chegando nas faculdades, recomeça a luta de escrever montanhas de provas, e corrigir uma cordilheira delas, fora trabalhos. Ainda bem que vem um feriado no meio do caminho, mas... Doh, as provas tem que estar prontas ANTES do feriado! Droga... Ainda tenho uma lista quilométrica para cumprir, e sem desktop... Vamos nos virando.

Ainda não expliquei os motivos de ter colocado algumas coisas aí do lado, e algumas mudanças que realizei. Depois escrevo. Aliás, tem muita coisa que comecei a escrever em casa para pôr aqui e não concluí. Eu deveria ter salvo nos Drafts do Blogger, assim eu iria editando-os por aqui... Bem, depois eu faço isso.

Estado de espírito... Enrolado. E para piorar, um amigo meu fica telefonando, querendo bater papo, fica cobrando a minha presença, como amigo... Como eu explico para ele que não dá e não quero? Sabe aquelas pessoas-chiclete? Então, ele é um desses. Pessoa bacana, mas bidimensional quando resolve ser. Tenho amigos que considero mais do que ele, e não ficam me pentelhando... Cadê aquela vacina contra a chatice?

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23 maio 2007

Sem clichês por hoje, só falando o fundamental

Poupando vocês de uma longa desculpa, explicações mil... Vamos ao que interessa. Primeiro, antes de tudo, caso alguém tenha notado, hoje é o meu aniversário. Idade? Bem... Quando um médico coloca um estetoscópio nas costas de um paciente e pede a ele para falar em voz alta um número, qual é? Esse mesmo, 33. A idade que Cristo foi crucificado. E, embora eu não tenha planejado morrer por ninguém, devem querer me pendurar num madeiro, já que usuário nunca está satisfeito. Se alguém quiser me dar algum presente, peço que seja em dinheiro ou em crédito numa loja de materiais de construção. Explico num próximo post. E muito obrigado por todas as lembranças de vocês. Ao contrário do ano passado, que eu fiz agradecimentos pessoais a todos que me parabenizaram, esse ano eu só vou fazer um grande obrigado a todos vocês.

Outra novidade legal (e ao mesmo tempo, não tão legal) é que troquei o HD do meu notebook. Comprei um HD de 120 Gb da Samsung por módicos R$ 295, e ganhei a troca de graça pelo funcionário da loja. Descobri que trocá-lo é bem mais fácil do que eu pensava, e eu mesmo o teria feito. Em compensação, o HD antigo, um Hitachi de 20 Gb (finalmente descobri a marca) está agora num case de HD IDE, que liga via USB, mas se recusa a funcionar corretamente. Preciso descolar um adaptador emprestado, para ver se consigo recuperar os dados dentro dele, ou entender o que está acontecendo com o dito cujo. Afinal, se eu consigo colocá-lo operacional, eu terei um pendrive grandinho, de 20 Gb, para passear comigo. A solução foi reinstalar o Ubuntu do zero, colocando o Feisty Fawn e reconfigurando tudo de novo. Ainda não acabei, mas com espaço maior, fica mais fácil de trabalhar. 10 Gb para a partição principal é um mundo para o Linux. Tem é espaço para me divertir. E 107 Gb para guardar tralha... É o sonho para qualquer encontro dos amigos do Esteban.

Falando em Esteban, isso me lembra MSX. E MSX lembra-me da idéia que eu dei ao pessoal que organiza o encontro de usuários de MSX em Jaú, para pensar numa edição no meio do carnaval. A maioria dos MSXzeiros não curte carnaval, e ir para uma cidade que fica deserta nesse período, para ficar fudebando, é o paraíso. Ei, Toni e Wilson, pensem com carinho nessa idéia, eu tenho certeza de que a fudebada vai adorar.

Ainda no papo do Esteban, só para notificar aos trekkies que estou a 1,81 Gb de ter tudo a respeito de Jornada nas Estrelas já produzido, em termos de TV e cinema. A série clássica (em DVD), os filmes (em DVD), a Nova Geração, DS9, Voyager, Enterprise (43 DVD-Rs!). Pretendo começar a converter os episódios e começar a assistir, o que tem assunto para alguns anos (sério) de diversão solitária e noturna. Não tão solitária, quando eu conseguir fazer com que a Maria Cláudia assista também (embora, no momento, o processo de absorção continue usando Galactica).

Depois falo mais.

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30 abril 2007

Dia do trabalho...

... mas ontem era "dia enforcado", certo? Não há faculdades, escolas ou instituições de ensino abertas, pois todos os alunos faltam, certo? Errado. Eu tive que trabalhar, e não estava preparado, com canetas, material didático ou livro. Bem, furioso fui, e lá encontrei 30% da turma. Dei aula, com uma caneta emprestada e um apagador cedido. Somente 3 dos 7 períodos do curso de Informática tinham alunos. Dei aula, um pouco mais curta que o de costume, em consonância com os alunos: De que ter aula naquele dia era um absurdo. Mas a aula rendeu bem. Bem que meu pai sempre fala: "Português é um péssimo patrão...".

Aliás, despachei currículo para mais três faculdades aqui no Rio, vamos ver se sou chamado em alguma delas. Se for, diminuo a carga na faculdade mais distante, e ofereço 2 ou até 3 noites aqui. Além disso, estou querendo montar uns servidores e configurar por aí, alguém quer? Estou precisando de grana.

Estou finalmente capturando algumas fitas cassete para o micro, graças a um cabo P2-P2 (R$ 1,50 ali na padaria), e comecei copiando logo um musical feito pela minha igreja (ops, denominação), chamado Espirito. Acho que eu tenho a única cópia em fita daqui de casa, e estou fazendo um exercício com o Audacity, para remover o ruído da fita, além de cortar o "estouro" que a fita não pega (um filtro passa banda alta tá resolvendo). Já fiz 5 músicas, mas são umas 20. Está sendo interessante, irei usar esse aprendizado para capturar outro material que tenho em fita, e um dia eu disponibilizo a todos que quiserem.

Ontem encontrei com dois grandes amigos fudebas, o Cesar e o Giovanni. O segundo veio passar o aniversário no Rio, com a família, e o primeiro veio rever a família. É claro, encontramo-nos, fudebamos, futucamos na Uruguaiana, Avenida Central, e rendemos algum material para o Uruguaiana eh Punk!, pelo menos algumas fotos bizarras.

Cláudia está usando a Internet, e a irmã dela (junto com o cunhado) estão navegando com o Ubuntu. A história é simples: Na máquina da Cláudia tem o Xubuntu, que roda bem naquela lesma. Na máquina da irmã dela (Sempron 2400, etc), o Windows XP estava com uma colônia de vírus, uma coleção de spywares, tanto que quando conectavam a máquina na rede, o LED de atividade Ethernet no D-Link fica doido. Fiz o "feijão com arroz" e provei o que já sabia: O Windows XP era o culpado. Reparticionei o HD (com o GParted, copiei o que tinha de dados para o drive D. Como eles não tinham cópia do XP, foi a minha deixa: Coloquei o Ubuntu, instalei o Automatix, instalei tudo que era extra, além do NTFS-3g. Assim eles podem ler com o BrOffice.org direto no drive D. Configurei tudo, e pelo que soube, estão adorando o pinguim. É como eu sempre digo: "Vamos conquistar o mundo, um desktop de cada vez."

Mais alguma coisa? Sim, tem mais, mas falo outra hora. Ainda tenho uma lista descomunal para cobrir.

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10 fevereiro 2007

Quem vê cara...

Vou mostrar umas fotos feitas na câmera digital nova para os meus pais, como o passeio que fiz na Ilha Fiscal e no bondinho de Santa Teresa (em breve coloco todas na Internet), e aproveito, mostro as primeiras fotos que fiz com a câmera. Entre elas, essa foto aí do lado. A história é simples: Eu estava na casa do Spy, num domingo de manhã, brincando com a nova câmera. Ele tinha chegado às 5, beldo depois de ter saído para a gandaia, que foi em Moema (e a gente estava em Santana - acho que é longe). Ele foi no banheiro. Acordei, fui brincar com a câmera, ouvi ele no banheiro... Tomei posição e fiquei esperando. Ele saiu, eu bati a foto. A reação dele foi simples: Fala sério.

Dispensável que minha mãe se chocou com a visão aí do lado, e perguntou: "Seu amigo, filho"? "É, mãe. Um amigão". "Ele não usa drogas não"? "Até onde sei, só MSX que vicia ele"... Não, não falei do álcool porque senão pode causar mais celeuma. E acrescentei: "Eu tenho outras fotos em que ele aparece mais normal". É... Quem vê cara...

P.S.: Meu pai viu a foto e riu um bocado: "Caramba, você só tem amigo figura, hein"?

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22 janeiro 2007

Viagem anual a São Paulo - parte 1

A viagem começou na verdade, na quinta-feira, dia 18, de noite. Pensei muito se ia de avião ou de ônibus, e acabei optando por um ônibus executivo (Double Class) da 1001, no horário das 23:59. Os motivos são simples:

  • Por mais que o avião barateou, era razoavelmente mais caro (R$ 68,50 x R$ 150, em média - incluindo taxa de embarque). O único vôo realmente barato (para variar, da BRA) só saía do Rio no início da tarde (R$ 108,50, a propósito). Um vôo barato da OceanAir (R$ 80 + taxa) saía do Rio às 21:30, o que era interessante. Mas meu receio era que ele atrasasse, e eu não chegasse a tempo de pegar o metrô aberto.
  • Se eu fosse de manhã cedo, era para acordar às 6 horas e ir. Não importa a hora em que fosse o vôo, eu teria que sair de casa bem cedo, por causa dos engarrafamentos habituais de um dia de semana.
  • Pior, acordaria eu e meu pai, que me daria uma carona até o aeroporto. Poderia tomar um táxi, mas eram mais R$ 35, em média. No ônibus, seria melhor pois ele podia me levar, e voltar para casa, não tendo que madrugar, ou pegar congestionamentos. No máximo, uma blitz.
  • Chegando em SP de manhã, eu aproveitaria bem melhor o dia. No horário em que eu estaria esperando um vôo (que provavelmente estaria atrasado), eu já estava procurando o que eu queria na Santa Ifigênia.

Então, assim foi. E segui em direção à paulicéia desvairada, chegando de manhã bem cedo. Rodei um pouco, fui no caixa eletrônico, fiz uma hora, comprei alguns bilhetes do metrô e segui na direção da casa do Lud e do Spy, em Santana. Cheguei lá, já dolorido (noite mal-dormida no ônibus, gosto de dormir de lado e no ônibus, não dá), somado ao par de botas que começava a maltratar meus pés. Toca o interfone... Nada. Toca para o celular dele, beleza, posso subir.

O Spy está se arrumando para ir para o trabalho (7:20), e depois de separar o que eu levaria (mochila com notebook, caixa do Sega Saturn, etc), sigo com ele, rumo ao metrô e à Praça da Sé. Diz o Marcio Lima que "tudo de ilícito em São Paulo começa pela Praça da Sé". Bem, não deu para averiguar isso (visto que os camelôs oferecendo serviços para "limpar o nome do Serasa" não estavam por lá - parte da praça está em obras), mas uma coisa é certa: Aquela é a estação de metrô mais cheia que eu já vi na vida. Bem, cruzamento de duas linhas do metrô, centro geográfico da cidade... Já viu.

Dali fui "fazendo um vôo por instrumentos" com o Marcio Lima (ele no Rio, eu em São Paulo, via telefone), para achar um curso onde ele estudou e ficou devendo algo. Ele não lembrava o endereço ou o nome do curso, só como chegar lá. Bem, achei. Caso ele esqueça novamente o nome do curso, perca o folheto que eu trouxe (com o telefone) ou não saiba o site, o link está aqui: Instituto Edison. Lembrem-me de apontar esse post para ele, quando ele precisar.

Depois caminhei até a Santa Ifigênia, santa padroeira dos nerds e localizada a uma distância considerável da Sé. E carregando notebook + Saturn. O Saturn em questão não é meu, pertence ao Dr. Venom, é preto, e é uma das primeiras versões. O objetivo era desbloqueá-lo. Chego na loja (Rua Santa Ifigênia, 295, loja 31), e a dona diz que aquele modelo não tem jeito. O desbloqueio (que era um chip soldado no cabo que liga a unidade ótica à placa-mãe) não é mais produzido. Eu resmungo, afinal, aquele treco é grande (tomou 40% da minha mala!), pesado e foi um saco trazê-lo até São Paulo... Ela faz uma contra-proposta: Desmontar um Saturn branco (desbloqueado) e trocar as placas-mãe. O Saturn branco era uma outra versão. R$ 100. Ligo para o Venom, que autoriza o serviço. 90 minutos para estar pronto. Ok, saio e vou ver outras coisas.

Quanto à bateria do notebook, acho uma loja (entrada pela Rua Autora, mas o endereço é Rua Santa Ifigênia, 338, box 9) que faz esse serviço. R$ 180 pela troca das células de bateria do notebook. Se o problema fosse na placa de controle, aí só uma bateria nova, o que custaria R$ 380. Pronto, só no sábado. Ok, vamos tentar a sorte, vamos ver no que dá.

E o solenóide da impressora? Esse deu trabalho. Explicando: O Marcio doou para a minha escola uma impressora laser, uma Laserjet IIIp. O solenóide está queimado, precisa ser trocado. E é só isso, o problema dela. Bem... Vamos ver se eu acho algo. E ando. Ando. Ando. Ando. E ando. Nada de achar o maldito solenóide. Os pés doem, começo a me arrepender de ter deixado o meu bom e velho All Star em casa, e vejo muita coisa interessante. Coleto cartões e anoto preços, depois relato melhor no Uruguaiana é Punk. Voltei até um caixa eletrônico, peguei dinheiro, e voltei para dentro da Santa. No final da manhã, eu não tinha conseguido resolver o problema do solenóide; o videogame estava desbloqueado; a bateria teria que ser pega no dia seguinte.

Volta para a Sé, almoço com o Spy... Aquele trecho, da Rua Direita, Praça da Sé e São Bento, a maior confusão para achar o local, até que nos encontramos e fomos comer. Eu já devo ter contado em algum lugar que os restaurantes de comida a quilo sempre me dão prejuízo: É a vontade de experimentar cada um dos itens, por mais que fique caro. É tanta coisa nova que eu não sei por onde começar, nem que seja uma colher de chá de cada uma das muitas opções. Dizem que isso é influência do signo de Gêmeos, mas como eu não acredito muito em astrologia...

Almoço feito, despeço-me do Spy (que volta ao trabalho) e combinamos sobre a noite. Pego o metrô e volto para a casa dele, para tomar um banho (eu fedia como um porco na lama), e descansar um pouco. Acabei ficando, cochilei (cansaço bateu), escrevi um pouco no notebook, naveguei, vi vídeos no YouTube, e acabei empurrando para o dia seguinte a ida à Comix. Lud chega, conversamos um pouco. Não o vi em casa porque ele saiu bem cedo (quase encontramo-nos na Rodoviária), e converso com ele, se ele vai beber algo com a gente. Ele topa, e vamos de carro.

O Robson Franca foi convidado por mim via Internet (ICQ, para quem disse que todo mundo na sua lista sumiu), e nos encontraria no caminho. Fomos de carro, e a conversa foi o assunto do país no momento: O afundamento do poço de serviço das obras do Metrô de São Paulo. Conversamos sobre a obra (aquele solo é um dos mais estudados pela Engenharia Civil da USP), sobre motivos, problemas, situação, e a sobrexposição da mídia sobre o fato (saco, parecem tatus, só sabem falar de um buraco). Chegamos na pizzaria do Seu João, depois de termos pego o Robson e a Mônica (esposa dele) no caminho (metrô Paraíso). Lá estavam já Spy, Rigues, Piter Punk (irreconhecível, enfiado numa roupa social) e sua esposa, Marina, e mais gente (incluindo o j0ker, que chegou depois). Ali ficamos conversando e bebendo, comendo pizza e brincando, contando histórias... Nossa, pena que eu não gravei tem algumas que rendem muitas gargalhadas. Algo que eu não tinha há tempos, e vai demorar para ter de novo. O papo foi muito divertido, gostei muito.

Saímos da pizzaria depois da meia-noite, alguns meio beldos por conta das cervejas, outros bem cansados. Mas todos contentes por terem investido esse tempo com os amigos. Realizamos uma compressão de gente dentro do Celta do Lud (6 pessoas), e seguimos, deixando o pessoal aqui e ali, mas não sem antes combinar a aventura do dia seguinte: 10 da manhã, no Metrô São Bento, para revirar a Santa Ifigênia. Voltamos, ligo para Maria Cláudia, conversamos um pouco, mexo um pouco no notebook... E vou dormir o sono dos justos, cansado mas contente.

Quanto a fotos, só realizei algumas peripécias fotográficas com a câmera do celular, depois eu coloco elas por aqui. Num próximo post falo de como foi o meu sábado.

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06 novembro 2006

Um dia de tristeza

O pai do Daniel Caetano, amigo MSXzeiro de longa data, faleceu nesse final de semana, onde a maior parte da turma estava no encontro de Jaú. Que o Senhor, na Sua infinita misericórdia, console o coração enlutado desse nosso amigo, e da sua família, nesse momento de dor. Vou dar depois uma ligada para ele.

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