18 abril 2008

History meme

Usuário ricardo:
history|awk '{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] " " i}}'|sort -rn|head
153 l
145 cd
93 ls
61 startx
47 joe
31 rm
20 /usr/local/bin/mplayer
20 ./uf.sh
20 cat
19 ps

Explicações:
  • l == ls
  • ./uf.sh - script que eu fiz para baixar as tirinhas do UserFriendly, em breve num torrent perto de você.
Usuário root:
history|awk '{a[$2]++ } END{for(i in a){print a[i] " " i}}'|sort -rn|head
189 l
173 cd
63 ls
50 rm
41 mv
34 qmv
31 ps
26 du
23 yum
23 kill

Explicações:
  • qmv - um programa simpático que faz parte do pacote renameutils, para renomear montes de arquivos.
  • yum - Aqui é Fedora.
Em tempo: Estou ouvindo a Cidade Web Rock, (Hora dos Perdidos), e estão tocando a única música que não-iniciados em rock progressivo conhecem do Yes: "Owner of a Lonely Heart". E justamente a mais odiada pelos puristas...

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07 janeiro 2008

O divino do rock

Vir a Saquarema e não visitar a casa do Serguei é como ir ao Rio e não ver o Corcovado. Cláudia sabia onde ficava, e fomos lá visitar. Descobrimos que a casa do senhor cujo apelido é Sérgio Bustamante de Oliveira (o nome é Serguei) é ponto turístico de Saquarema, o Museu do Rock. Sim, museu, com direito a placa e apoio da Prefeitura. A casa antiga era uma ruína, cheguei a ver, mas fomos na casa nova. O terreno foi doado pela Prefeitura, e a construção bancada por Russell Coffin, um estadunidense morador da cidade e apaixonado por rock. Serguei é funcionário da Prefeitura, quem diria, ganhando um salário para expor a todos... A sua casa.

Confesso que ficamos sem graça de bater na porta da casa dele, e pedir para entrar. Mas uma família que veio ver a casa também, chamou-o, que veio nos receber à porta, e pediu apenas duas coisas: Que tirássemos os sapatos, e que deixássemos R$ 2 numa caixa, que ele usa para a manutenção da casa. Quando fomos lá, o jardineiro passou mal, e não completou o serviço, que é fazer o símbolo da paz mundial (o famoso símbolo dos hippies, "Paz e Amor") no jardim. Não estava completo. Acima, 3 bandeiras: A bandeira da paz mundial, a bandeira do sul dos Estados Unidos (sim, a bandeira confederada - representando o blues), e uma bandeira estilizada dos EUA (representando o rock).

A casa é muito bacana: De posters dos Beatles a uma bandeira com o rosto do Elvis Presley, passando por ícones do progressivo como Jethro Tull, e chegando a bandas mais atuais, como Guns n' Roses e Pearl Jam (no closet convertido em sala de leitura). Muitos recortes de jornal nas paredes, falando dele que é a lenda viva do rock nacional. Mesa no chão e pufes para sentar e comer (à moda riponga), televisão, videocassete, DVD, CDs e LPs de rock (incluindo Simple Minds e Dire Straits), flores no quarto, Jim Morrison, Ozzy Osbourne e Grateful Dead nas paredes. Bandeiras inglesas e uma "canga" do Iron Maiden na parte de cima da casa, além dos quatro integrantes do Kiss, pendurado do lado de fora.

Se ele transou com a Janis Joplin? Desconversou: "Bem, éramos um grupo grande de amigos...". Mas vestiu uma camiseta num desfile de moda recente, trazendo a inscrição: Eu comi a Janis Joplin. No programa do Jô Soares, ele foi 8 vezes. Nas paredes, uma homenagem de Paulo Coelho e recortes remontam o seu passado, que se mistura ao da música no Brasil: desde o protesto contra a ditadura (Revista Intervalo, 1967), até o ensaio nu para a revista Trip, recentemente: "Vocês, jovens, são com certeza mais bonitos do que eu. Mas com certeza eu sou mais sexy!". Parece que o pessoal da G Magazine esteve por lá, na semana anterior. Mas não falou nada se é homossexual ou não. Parece que ele se declara pansexual, de que "transa" com árvores, ou com qualquer um só com o olhar. Mas não mencionou nada a respeito. Não tem computador, freqüenta lan-houses para ler o seu email. Segundo um amigo, ex-dono de uma das primeiras lan-houses da cidade, ele também gosta de jogar Counter-Strike.

O homem tem agora 74 anos, uma voz rouca, olhos claros, e esbanja simpatia e simplicidade: "Se vocês tiverem alguém para vir me buscar e me trazer de volta, eu vou lá e canto para vocês. Afinal, tudo pelo rock and roll!" - ele falou para um membro de uma irmandade de motoqueiros, sediada em Campo Grande, bairro do Rio, que visitava-o junto conosco. Não se omitiu em nenhum momento em tirar fotos, e mostrou seu orgulho, seus 6 cachorros. Todos vadios, todos vira-latas, que ele pegou nas ruas de Saquarema e tem criado. Um deles, inclusive, é cego, e fica no quarto dele - com ar-condicionado ligado direto. Faz-se de "dona de casa", e pediu um avental a nós, de presente.

Foi um prazer, e uma diversão. Voltamos 2 dias depois, para pegar um autógrafo com ele, numa foto em que tiramos juntos, e ele reclamou: "Logo essa, que eu pareço que estou grávido?". Nas costas, escreveu:

Babies,
Rick Ardo e Maria Cláudia
I love you.
Rock and roll!
Serguei 2008

Quanto ao "Rick Ardo", ele disse: "apenas uma viadagem no nome, qualquer coisa a culpa é minha". E me olhou, e disse que eu pareço com o Lars Grael... Já pensaram, num encontro de MSX em Saquarema, com o Serguei cantando de noite? Olha, não é impossível...

As fotos, posteriormente, estarão no Flickr.

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28 outubro 2007

Músicas de jogos

Como bom MSXzeiro, adoro um VGmusic, uma música de jogo. E vez por outra vou atrás de alguma música de jogo executada por músico, banda ou orquestra. Dispensável dizer a minha tristeza por não ter ido ao Videogames Live, em nenhuma das duas vezes em que passou pelo Rio (e a ponta de inveja do Cesar, que assistiu em Brasília, num dos melhores pontos, conforme pode-se ver nas fotos dele, no Flickr).
Então, estava eu olhando o MSX Resource Center, quando topo com esse site, o Grospixels. Eles indicam a versão que eles fizeram (com guitarras) da música do Hinotori, jogo da Konami para MSX 2. Peguei na faculdade (estava tendo palestras, não dei aula), baixei essa e algumas músicas, descomprimi e joguei para o pendrive. No carro, espetei o bicho no rádio para ouvir a música.
O resultado é que a versão deles do Hinotori (acho que é a música de encerramento do jogo) é FANTÁSTICA! Eu vibrei, voltando de São Gonçalo, e é uma pena que eles tem tão poucas músicas relacionadas a MSX. Mesmo assim, peguei mais de 30 músicas, e estou ouvindo agora uma que eles refizeram, BGM do clássico PacMania, da Namco. As músicas do Outrun também são fenomenais.
Existem muitas bandas revisitando clássicos. Desses, vale indicar também o trabalho do MegaDriver (que toca um heavy metal bacana, até no tema do Alex Kidd, do Master System), a banda Minibosses (que tocou inclusive a música do Rygar!), e é claro, o trabalho do meu amigo Parn, com o seu site, Music Station. Tem outras músicas, achei muitas referências na Wikipedia, depois vou procurar mais.

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13 julho 2007

Hoje é dia de rock!

Como todo dia 13 de julho, venho aqui fazer a minha singela homenagem ao Rock and roll. Embora vez por outra aparece alguém dizendo que o rock morreu (embora os Replicantes lembrem sempre que o punk rock não morreu), continua por aí. Muito imitado, nunca superado. Inúmeras variações e vertentes, estilos e vozes, novos e velhos intérpretes, tocado por instrumentos comuns e não tão comuns... Esse é o good and old rock n' roll. Combatido por segmentos religiosos estúpidos (dentre os quais, alguns que professam a mesma fé que eu), acolhido por outros, membros dos mesmos segmentos. Mal-interpretado, distorcido, elevado ao status de clássico, ou acusado de cúmplice na rebeldia juvenil... Esse é o homenageado dessa data. Com um dia no calendário, dedicado a ele. Long life to rock and roll.



Trilha sonora para o dia: Qualquer disco do The Who, pois não lembro de uma banda que seja mais rock and roll do que essa. Sugiro que comece por Pinball Wizard. Depois viaje... No momento, Blue Oyster Cult nos meus ouvidos, antecedido por Captain Beyond e Grand Funk Railroad, num grande "ao acaso" de guitarras, baixo, bateria, rebeldia e diversão. E Dire Straits para fechar. Ainda faltou o nacional, o Pink Floyd, tanta coisa... Mas deixa, não vai dar mesmo para ouvir tudo.

PS: E o acaso me privilegia dessa que é uma das mais apropriadas para o dia: Rainbow - Long Live Rock and Roll Yay!

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01 abril 2007

Mais música

Parei um pouco com os podcasts, tenho ouvido mais música. Conforme eu citei anteriormente, estou faxinando tudo por aqui, e reorganizando a coleção. Por isso, boa parte do tempo fiquei ouvindo no carro coisas que não tenho ouvido ultimamente.

Por exemplo, descobri que a banda do Eric Burdon e Brian Auger é muito interessante; que The Band, apesar da celeuma do disco triplo The Last Waltz, é chato. Descobri também The Kinks, que não é tudo isso, mas tem algumas passagens boas.

Ouvi coisas desconhecidas, como The Incredible String Band, que é bem... Diferente. The Charlatans UK me soou parecido demais com Oasis (e eu não gosto de Oasis), e vi que Jimi Hendrix gravou bem mais do que as "de sempre" Voodoo Child, O hino nacional americano (os estadunidenses vibram com isso, se fosse no Brasil iriam querer prendê-lo...), Purple Haze, entre outras.

Ouvi também algumas pérolas do progressivo, como Happy the Man e Magellan. Ouvi o Khan também, e conheci mais alguns discos do Emerson , Lake & Palmer, sendo um bootleg deles tocando na Alemanha, em 1973, um dos melhores. Muita coisa interessante eu ouvi do power-trio britânico.

Na coletânea dos 100 maiores solos de guitarra, 6 (ou 7, não lembro) são do Jimi Hendrix, e alguns inclusive desconhecidos. Em particular, adorei Lights' Out, do UFO (sensacional a abertura da música, tocada ao vivo), e gostei de várias outras, do Stevie Ray Vaughn ao Guns n' Roses, do Ozzy Osbourne (2x) ao Steely Dan (2x também). Tem de tudo. Estranhamente, apenas uma ocorrência do Joe Satriani, e uma do Stevie Vai. Ah, uma do Yngwie Malmsteen, 2 do Pink Floyd, e 1 só do Yes. Mas todo critério de escolha é subjetivo, logo... Deixa quieto.

Voltarei aos podcasts, já que vários se acumularam na fila de audiência. Mas essas novidades musicais tem sido muuuuito interessantes. Depois conto mais por aqui.

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