06 junho 2009

Série "fotografia e eu" - E quando a câmera não mostra imagem?

Hoje eu fui ao show dos Harlem Globetrotters (falo mais no próximo post), e levei a minha câmera fotográfica (uma Canon Powershot S2IS) para fazer um monte de vídeos e fotos do espetáculo. Só que ela ligava, mas não abria imagem. Tentei de tudo, mas não consegui fazer com que saísse da tela preta. Frustrado, voltei para casa encucado sobre como resolver o problema, sem ter que levar na assistência técnica. Fui para a Internet, e achei 2 links para o problema, aqui e aqui. A solução é a seguinte:
  1. Coloque a câmera no modo Tv, para poder mudar a velocidade do obturador.
  2. Coloque (com as setas para os lados) o valor mais alto que a câmera tiver (que é 15 segundos).
  3. Dispare uma foto, e espere um pouco.
  4. Abra o compartimento das pilhas ENQUANTO você estiver batendo a foto. A máquina bipará e desligará.
  5. Feche o compartimento, e ligue a câmera. É provável que tenha funcionado, e você tenha imagem novamente. Se não funcionar, tente de novo.
Explicação: Algumas câmeras da Canon tem esse problema, do obturador fechar e travar, não abrir mais. O que é feito aqui, é basicamente rebootar a câmera. Desativei o CHDK, por via das dúvidas (tirei o cartão SD e virei a chave), e mandei ver. Funcionou!

Atenção: Tem uma série de câmeras da Sony que sofreram recall do CCD por reterem umidade e inutilizá-lo.  A lista está aqui. Só que a lista não restringe-se às câmeras da Sony: Canon, Fuji, Konica, Minolta e Olympus também tem modelos de câmeras com CCDs Sony embarcados, logo estão inseridos no contexto. Esse thread do HTForum é bem claro quanto a esta situação, e traz muitas informações a respeito.

Marcadores: , , , , , ,

27 fevereiro 2009

Série "fotografia e eu": As brincadeiras

Alguém já deve ter dito, depois de ter visto uma exposição do Sebastião Salgado, que para um bom fotógrafo fazer uma bela foto, basta ter uma câmera medíocre na mão. O corolário também vale: Para um fotógrafo medíocre fazer uma bela foto, basta ter uma câmera boa na mão e saber usá-la.

Antes eu tive uma Pentax comum, com um bom zoom ótico, e depois fui para uma Sony P-32, de 3 Mpixels, que está parada aqui por causa de um problema com um capacitor dentro dela. As pilhas esvaem-se rápido demais. Queria ver o custo do conserto dela, mas na Sony eu já sei que é proibitivo.

Agora, como fotógrafo abaixo do medíocre, tenho uma Canon Powershot S2 IS que é bem completa: Uma point-and-shoot com cara de DSLR, com 12x de zoom ótico e vários recursos. Como eu não sou nada profissional no assunto, é uma câmera que quero explorar a fundo seus recursos, e justamente... Não sei onde foi parar o manual. Tá, eu acho que baixei uma cópia da Internet, depois eu pego. Mas a quantidade de recursos que ela tem é muito grande, e eu quero explorar tudo, como bom fuçador que sou.
  • Um recurso muito útil que ela tem é a tela basculante: Dá para deslocar a tela LCD (que eu nem uso muito) para várias posições, facilitando (muito) a fotografia. Desde que comprei essa câmera, já bati muita foto sentado, sendo que a câmera estava na minha mão, bem alto, e a tela virada para mim. Prático se você é um fotógrafo de 1,95m tímido... Ou em várias outras situações, como a clássica tirar a foto de si mesmo, com uma mão só. Não dá para errar.
  • Outro recurso é o conjunto de efeitos já implantados na câmera: Desde a sépia e o P&B, mais comuns, passando por elevações nos tons de verde, azul e vermelho, até a troca de cor, on demand. Muito prático, eu diria.
  • Um monte de ajustes, que um fotógrafo menos fuçador (menos hacker, eu diria) não daria bola. Mas eu saio mexendo: Ajustes para iluminação fluorescente, de interior, incandescente, etc; fotografias de fogos de artifício, à noite, na neve (e eu nunca fui em lugar com neve), entre outras; ajustes de ISO (100 a 400), entre outros que não lembro. Opções de uso de controle remoto, de disparo contínuo (tire várias fotos de algo em movimento e fique com uma ou duas que são boas). Dá para brincar um bocado.
Em resumo, uma máquina que rende bons momentos de experimentações. O encaixe para tripé é o padrão (tanto que comprei o tripé antigo do meu pai e estou usando com ela), e usa 4 pilhas AA como carga (que você compra na farmácia e no mercadinho da esquina). Funciona bem com recarregáveis, tem bastante recursos para um fotógrafo curioso e novato como eu, embora faltem algumas coisas. E eu comecei a descobrir como resolver... Mas isso eu conto depois, no próximo post da série.

Marcadores: , , , ,

08 dezembro 2007

Nerd do contra

Definitivamente eu estou cada vez mais certo de que estou ficando velho. Um nerd, geek, qual nome que seja... Mas velho. E por quê isso? Porque as inovações tecnológicas, as novidades não me empolgam tanto quanto empolgavam há tempos atrás. Além disso, o meu senso crítico está mais atento, e críticas mais profundas tem saído da "casa de Larry, Moe e Curly" (os meus 3 neurônios), mais como um desagrado ao status quo reinante na nerdice em geral.

Alguns exemplos:
  1. Não tenho a menor vontade de ter um iPhone. Aliás, não vejo graça no iPhone, e ainda estou querendo saber o que ele tem de tão inovador assim. Uma tela de toque grandona, e você digita na tela? Isso eu já vi em Palms, desde o meu primeiro, de 1999 (aliás, esse mês comemoro 8 anos de Palm, viva eu). Ter uma tela de toque que cobra a superfície toda do aparelho... Aí sim, isso é legal. Aceitar múltiplos toques também é inovador. Mas... O que ele tem de mais?
    • Google Maps? Meu Palm tem.
    • Wi-fi? Meu Palm tem.
    • Bluetooth? Palm e celular tem.
    • Resolução de 320x480? Meu Palm tem.
    • Mac OS X? O meu Palm tem o Garnet OS (que é velho mas funciona bem). E daí?
    • Câmera de 2 Mpixels? O meu celular tem também.
    • Programas? O iPhone está começando a ter programas próprios (embora a Apple esteja boicotando os programadores), o Palm tem mais de 50.000 programas para usar.
    • 3G? O meu Palm nem o meu celular tem... Mas nem o iPhone também.
    Mas inovador, marcante, revolucionário... Onde? Acho que a celeuma que estão fazendo em torno dele é que ele é... Da Apple. Só isso. E é um celular caro demais. R$ 1600 no Mercado Livre é o mais barato que encontrei. E ainda corre-se riscos dele ficar bloqueado por uma atualização de firmware da Apple, e cortar a festa dos desbloqueios. Na minha opinião sincera, é um risco muito grande para ter um brinquedinho colorido. E para terminar... Já fizeram uma maneira de simular o multi-toque do LCD com um saco plástico e tinta.

  2. Outros PDAs? Não, obrigado. Muitos rodam Windows Mobile (nem de graça), e são caros demais. Até dá para por Linux num bicho desses, mas pode acabar acontecendo que nem o Linux em um Playstation 2: É uma mera curiosidade, apenas. O Linux para Palm parece que está tendo progressos, mas não tenho observado as novidades ultimamente. O meu Palm (TX) tem Wi-Fi e uma telona, isso já ajuda muito. E para o que faço com ele, já tá mais do que bom.

  3. Aliás, alguém me explica porque tanta gente em podcasts idolatra o iPod? É um tocador de MP3 bonitinho, mas caro. Na minha opinião, tem poucos recursos (não toca OGG, não toca vídeos, tem uns joguinhos safados...). Os aparelhos da Archos são muito superiores. O iPod tem o click-wheel, que é legal, e uma boa saída de som. Mas não tem muito mais do que isso, até onde vi. Sincronização com podcasts? Ué, tem um monte de programas que podem fazer isso, em Windows e Linux, para outros tocadores. Nem é tão difícil assim fazer um (o BashPodder e o podget não me deixam mentir). E o mercado estadunidense gira em torno dele... 80% do mercado, etc e tal... E tem vários tocadores que oferecem mais recursos do que ele. Para incrementar MESMO o iPod, pode-se instalar Linux nele, baixar a Wikipedia para consultar, ou instalar um novo firmware, como o Rockbox. Mesmo o Zune, tem mais recursos do que ele, é mais "hackeável". Aliás, souberam? O Zune é o líder de vendas na Amazon.com. Parece que é queima de estoque, do Zune "cor de cocô" (marrom). Mas, de qualquer forma, eu não acho nada extraordinário nele, além de ser da griffe Apple.

  4. Só vou trocar de celular quando a operadora me forçar a isso, ou quando tivermos a portabilidade numérica, e uma operadora me oferecer uma boa proposta. Do contrário, vou ficando com ele. É um ótimo celular (Nokia 6265), tem Bluetooth, uma boa tela, cartão mini-SD (se fosse micro-SD, é possível que eu já tivesse perdido), tem uma câmera de 2 Mpixels que dá para o gasto (o CCD é uma josta, como da maioria das câmeras embutidas em celulares de meros mortais). Não estou falando dos monstrinhos Sony Ericsson Cybershot, com 5 Mpixels, lente Carl Zeiss e flash de xenônio. Estou falando de um celular que custou R$ 150 na operadora (graças ao programa de pontos), e tem cumprido bem o seu papel principal: Fazer e receber chamadas.

  5. Aliás, para que mais do que 5 megapixels? Minha câmera Canon é uma Powershot S2 IS, que custou R$ 250 a menos do que o último modelo, justamente por ter 1 megapixel a menos. Não quer dizer que ter muitos megapixels que a foto vai sair boa. Pelo contrário, o pessoal vai continuar fazendo k-gada batendo fotos, independente da resolução. E qualidade em câmera é diferente de resolução alta. Prefiro um zoom de 12x e estabilizador de imagem, a uma tela pequena e trocentos pontos de resolução.

  6. Se um dia eu for comprar um videogame, será um Playstation 2, ou um Wii. O PS2 tem muitos recursos que podem ser explorados, como HD, Linux, emuladores, entre outras coisas. E o Wii... Tem o que o PS3 e o Xbox 360 não tem tanto quanto ele: Jogabilidade. Vale muito mais a pena ter um Wii com muitos jogos divertidos e fáceis de jogar, do que um PS3 com aquele controle cheio de botões, e que requer um manual de pilotagem de Boeing para saber manejar. Eu já contei que quando joguei Colin McRae Rally (não lembro qual), eu não conseguia parar o carro na pista? Era tanto botão, que eu desisti. Need For Speed também, e eu não tive paciência para configurar todo o carro, e fazer tanta coisa, se eu queria apenas correr um tantinho. Ah, enchi o saco. Quero coisas simples, bem ao estilo MSX de ser. Deve ser por isso que eu adorei o Gradius V...

  7. Não tenho a menor vontade de ter um smartphone. Ao contrário de muitos, que estão trocando de Palms simplesmente porque o seu "está velho", eu ainda vou ficar com o meu T|X por muito tempo (e ele já tem mais de ano e meio comigo). É um excelente Palm: Tem 128 Mb de RAM, uma telona imensa (320 x 480, acho que é HVGA), dá para ouvir músicas no formato OGG (ganhei um espaço bom no cartão SD de 2 Gb que tem nele), tem vários programas que são úteis para mim, e tem wi-fi e Bluetooth, que é mais do que uma mão na roda, é a roda toda. Para eu vir a ter um smartphone, ele deve ter:

    • Uma tela de mais de 3 polegadas (a tela do Palm tem 9,7 cm de diagonal).
    • Não deve ter teclado embaixo (por isso acho os Treo, Moto Q e outros tão sem graça).
    • Uma câmera de pelo menos 2 megapixels.
    • Ter Wi-fi e Bluetooth.
    • Uma maneira de rodar todos os programas que considero fundamentais e que eu já tenho para rodar no meu Palm. Ou então versões parecidas dos mesmos programas, e que migrem os meus dados de um lugar para o outro. Não vou redigitar toda uma agenda (de 643 nomes) somente porque são incompatíveis.
    Se tiver isso, tá bom, aí eu penso em trocar. E o sistema operacional da ACCESS, alguém sabe de alguma novidade? E a continuação do Garnet OS, alguém ouviu algo a respeito? Se vier com o Android, beleza, mas tem que ter essas características de hardware, senão nada feito.

  8. Não sinto necessidade de ter uma TV do tipo full HD. Não acho assim tão eeeeespetaculaaaaar (como diz a Sandra Carvalho, no podcast da INFO), mas me contentaria com uma TV que tivesse a qualidade de um DVD, com 720 linhas. Para mim já tá muito bom. Inclusive já conversei com a (Maria) Cláudia sobre isso, e decidimos por uma TV comum de 21 polegadas na sala. Em 2008, com o início das transmissões em sinal digital, ouviremos muito falar sobre set-top boxes, custos, TVs full HD, plasma, LCD, etc e tal. Aí, em 2009, depois de ter pago a maior parte das dívidas, podemos pensar uma TV de LCD, com entrada HDMI, com a set-top box embutida, e por um custo menor do que temos agora. Aí sim.

  9. E falando em 2009, acho que vou ficar com essa minha máquina até lá. É um Athlon 64 2800+, soquete 754. Penso em um X2, mas com a atual falta de grana, melhor não pensar. Agora, com o lançamento do Phanom (quadri-core da AMD), a coisa muda de figura. Vou aguardar um ano, e talvez no final de 2008, eu passo de um "uni-core" para um quadri-core. E essa placa vai para o media center que eu pretendo montar na sala de estar.

    Então, depois disso tudo, sou ou não sou um nerd velho? Ou então, mais sensato.

Marcadores: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

01 junho 2007

Espetáculo do crescimento? Menos...

Todo geek gosta de gadgets, apetrechos eletrônicos legais que tornam a sua vida mais divertida/legal/maneira/qualquer coisa. Eu, como bom representante da classe (olha o banner lá em cima), falei anteriormente sobre a possibilidade de viver o espetáculo do crescimento, para depois passar pelo longo período da depressão econômica. Em resumo, troca de notebook, câmera digital e de micro, para depois construir minha casa.

Andei pensando a respeito. Depois de poluir o ambiente com o cheiro de borracha queimada, resolvi adotar posturas mais low-profile. Ou, em bom português, baixei a bola. Acho que posso ser menos consumista e mais prático, e gastar menos. Olha só:


  1. Quanto à câmera, vocês sabem, eu troquei. Comprei uma Canon PowerShot S2 IS, e estou maravilhado com ela. Acabei comprando um tripé que meu pai queria vender, e estou batendo várias fotos, inclusive as mesmas tem saído melhores do que as da Sony DSC P32. Como já disse uma vez: O Sebastião Salgado é o melhor fotógrafo do mundo, e usa uma câmera preto-e-branco, bem simples. Eu, como um medíocre fotógrafo, tenho que ter uma câmera boa. Logo, no meu caso, a qualidade do fotógrafo é inversamente proporcional à qualidade da câmera.

    Logo, a P-32 continua à venda. Quem quiser, fale comigo. Tá ótima, tem capa original, 4 pilhas recarregáveis, recarregador, cabo USB, manual, tudo.

  2. Quanto ao notebook... Eu tenho pensado muito a respeito, e para trocar de notebook, eu quero um novo que tenha:

    • Processador AMD Turion. Por quê? Porque eu gosto de AMD. Ah, tá, Centrino tem isso e aquilo, Pentium M, Celeron D, etc e tal... Nada contra a Intel, os novos servidores da escola são todos Pentium D. Mas eu gosto de AMD. Dá licença? Quero manter a "escrita" de todos os meus PCs serem AMD, e de nunca ter tido um Intel. Bobeira? Sei que é. Mas me dou ao luxo. Nem faço questão de ser dual-core, mesmo porque eu não vou precisar de muita coisa em termos de notebook mesmo...
    • Placa de vídeo ATI. Por quê? Mesma explicação acima. Gosto não se discute, lamenta-se.
    • 512 Mb ou (preferível) 1 Gb de RAM.
    • HD de 80 Gb ou mais (sim, mais!).
    • Marca boa. De preferência HP/Compaq, Dell, coisa assim. Não, não quero Acer nem ECS. Não tenho confiança.
    • Preço aceitável (até 3000 lascas).

    A conclusão que cheguei é que a interseção desses conjuntos acima é quase sempre um conjunto vazio. Tenho visto notebooks HP com Turion e preços muito bons, mas placa de vídeo NVidia. E já tenho o Beryl funcionando redondinho na ATI... Os notebooks Dell com Turion e ATI, com muita RAM e HD grande estão caros demais (3500 pratas). E por aí vai. Tem mais: Vender o meu notebook vai ser complicado, já que o preço caiu, e o Legolas, que comprei a 2100 reais no fim de 2005, está valendo agora menos de 1400 reais. Fora o que gastei com ele (teclado deu defeito, troquei bateria, coloquei Wi-Fi, aumentei a memória), que ainda encarece e na hora H, não rola.

    Além do mais, não preciso de mais do que ele me oferece. Ele é um Athlon XP-M 1800, 512 Mb de RAM, bateria nova, gravador de CD, etc. Só o HD que é pequeno, 20 Gb... Bem, pensei bem e resolvi continuar com o bom e velho Legolas, não vendê-lo. Fiz mais uma mudança, e tasquei um HD de 120 Gb nele, conforme contei num post anterior. É possível que eu troque o CD combo dele, colocar talvez um gravador de DVD. Assim eu daria uma sobrevida para ele de alguns anos. A economia seria pelo menos de 50%, e a dor-de-cabeça para vendê-lo será minimizada. Sim, claro, um notebook com tela WXGA seria muito legal para brincar com os gDesklets. Mas eu posso viver sem isso.

  3. Quanto ao micro... Bem, os preços estão caindo, com a queda do dólar. Não tem adiantado muito o BC comprar bilhões de dólares no mercado futuro, e já estamos abaixo dos R$ 2, ou seja, já podemos trocar reais em dólares nas lojas de R$ 1,99 e voltar com troco. Hoje o dólar bateu R$ 1,90! Nossa. Em compensação, como vocês viram num post anterior, tive que trocar de placa-mãe. R$ 138 gastos, e como penso em trocar placa-mãe (provavelmente uma Asus M2V), processador (Athlon 64 X2, n sei ainda qual o modelo), memória (1 Gb RAM DDR 2) e placa de vídeo (Radeon, a mais barata que tiver), terei um gasto substancial. Claro, vou pleitear descontos e chorar ofertas por onde eu puder, e depois eu mesmo monto tudo. Mas vai ser um gasto maior do que o esperado. Ah, e preciso arrumar alguém para ficar com o meu monitor, 17" da LG, CRT. O meu próximo monitor será um LCD de 19", widescreen. Os da AOC estão a R$ 740. Aí dá para brincar com os desklets e ver filme widescreen.

É, vamos ver... Só sei que a construção do meu castelo começou essa semana, e dinheiro, a partir de agora virou artigo escasso. Pois se eu conseguir raspar o meu FGTS, eu vou me casar com a roupa do corpo. Mas a casa será própria, não estarei devendo a ninguém. O que é um grande avanço.

Marcadores: , , , , , ,