30 maio 2014

Lembram da máxima "O Bradesco me odeia"? Então...

Reinstalei o celular, o aplicativo para geração da chave eletrônica precisa dos códigos de validação. Vou lá, ligo para o Fone Fácil e... Só na agência agora. Antes era possível no telefone. Agora, só na agência.

Ou seja, vou ter que esperar até segunda-feira para fazer a validação, ou então restaurar um backup do meu aparelho que contém o aplicativo ativo, para então poder acessar minha conta.

É o que eu sempre digo: O Bradesco me odeia.

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17 junho 2009

Liberto... Por dois dias.

Meu bom (e já velho) Nokia 6265 está com um mal-contato no cabo flex, que é o meio pelo qual os dados vão da placa lógica do aparelho para a tela. Ou seja, fecha e a tela apaga, ou só funciona quando quer. Isto significa que ele está no conserto, e que só estará pronto amanhã de noite. R$ 70 para consertar, e é mais provável que eu o resgate na sexta-feira próxima. Portanto, estou dois dias sem a famigerada "coleira eletrônica".Dois dias sem celular, e tenho certeza, vou gostar disso.

E antes que perguntem, eu pergunto e explico: Por que não trocar logo o aparelho, ao invés de consertar?
  1. É um aparelho excelente. Tela boa, boa câmera (2 Mpixels), funciona muito bem. Gosto dele. E não sou só eu que falo, o técnico para o qual entreguei, falou a mesma coisa.
  2. No programa de pontos da Vivo, não tem nenhum aparelho que me interesse, ou os que me interessam, tem que torrar todos os pontos da operadora e colocar um BOM dinheiro em cima. Dos três celulares Nokia que tem por lá, o E71 me custaria todos os pontos e mais R$ 640. O N95 me custaria R$ 950. Quanto ao N95 8 Gb, R$ 1400. Esse cara me custou, na época, R$ 150. Tô fora.
  3. Sim, eu quero trocar para GSM, largar essa vida de CDMA. Mas não tive nenhuma proposta de outra operadora para abandonar a que eu estou. A Vivo tem uma cobertura muito boa, e eu preciso disso vez por outra. O custo... Bem, está mais ou menos na mesma.
  4. Não quero trocar de aparelho agora para pegar um Palm Pre daqui a 1 ano, e já me desfazer de outro aparelho. Se tudo ocorrer de acordo com o planejado, descarto o Nokia 6265 em favor de um Palm Pre GSM, em 2010. Sim, eu sou chato, eu planejo tudo.
Portanto, se você quiser me ligar, liga para o meu telefone fixo. Ou mande um email. Ou fique calado, não fale nada. Lembre-se das palavras de um sábio chinês:
Aquele q fala n sabe.
Aquele q sabe n fala.
Feche a boca.
Lao Tzu

PS: Se você não tem o número do meu celular, relaxe. Não era para você ter mesmo...




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06 junho 2009

Série "fotografia e eu" - E quando a câmera não mostra imagem?

Hoje eu fui ao show dos Harlem Globetrotters (falo mais no próximo post), e levei a minha câmera fotográfica (uma Canon Powershot S2IS) para fazer um monte de vídeos e fotos do espetáculo. Só que ela ligava, mas não abria imagem. Tentei de tudo, mas não consegui fazer com que saísse da tela preta. Frustrado, voltei para casa encucado sobre como resolver o problema, sem ter que levar na assistência técnica. Fui para a Internet, e achei 2 links para o problema, aqui e aqui. A solução é a seguinte:
  1. Coloque a câmera no modo Tv, para poder mudar a velocidade do obturador.
  2. Coloque (com as setas para os lados) o valor mais alto que a câmera tiver (que é 15 segundos).
  3. Dispare uma foto, e espere um pouco.
  4. Abra o compartimento das pilhas ENQUANTO você estiver batendo a foto. A máquina bipará e desligará.
  5. Feche o compartimento, e ligue a câmera. É provável que tenha funcionado, e você tenha imagem novamente. Se não funcionar, tente de novo.
Explicação: Algumas câmeras da Canon tem esse problema, do obturador fechar e travar, não abrir mais. O que é feito aqui, é basicamente rebootar a câmera. Desativei o CHDK, por via das dúvidas (tirei o cartão SD e virei a chave), e mandei ver. Funcionou!

Atenção: Tem uma série de câmeras da Sony que sofreram recall do CCD por reterem umidade e inutilizá-lo.  A lista está aqui. Só que a lista não restringe-se às câmeras da Sony: Canon, Fuji, Konica, Minolta e Olympus também tem modelos de câmeras com CCDs Sony embarcados, logo estão inseridos no contexto. Esse thread do HTForum é bem claro quanto a esta situação, e traz muitas informações a respeito.

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25 maio 2009

E o 306 me deixou na mão...

Quem me conhece, sabe que eu tenho um Peugeot 306 ano 1999 há quase 7 anos. Faço o possível para manter a manutenção dele sendo regularmente feita, e cuido direitinho dele porque preciso dele para trabalhar. Logo, feita corretamente, poucas surpresas ele tem me dado. E nessa semana, uma delas ocorreu:

Segunda-feira, 17/5, chego em casa e constato que a luz do alternador está levemente irradiada de vermelho. Como uma lâmpada do farol de milha queimou, vou até o eletricista automotivo da área, peço a ele para trocar a lâmpada, aproveito e pergunto. Ele diz que é o alternador que está esquisito, 1 dia de serviço para tirar e consertar. E se ele voltasse a acender mais intensamente, para levar o carro lá.

Dito e feito, e naquele dia, no final da tarde, na descida da Linha Amarela para a Avenida Brasil, o carro apaga completamente. Bem, desço no embalo, e na pista lateral da Avenida Brasil abro a porta e empurro-o para o meio-fio. Corro, pego um dos triângulos (tenho dois) e coloco a uns 20 metros do carro. Ligo para a faculdade, aviso do problema, e de talvez não poderia ir. Aviso Cláudia e a seguradora, que manda um mecânico. Chega o mecânico, olha, converso com ele... E ele conclui o que eu já sabia: Que o alternador está ferrado, para eu voltar para casa com somente a lanterna ligada, e torcer para não apagar de novo. Bem, a turma da faculdade está bem adiantada na matéria, a perda de uma aula não será tão drástica assim. O carro pega, e lá vou eu.

Sigo, retorno em Benfica, subo o viaduto, desço... E o carro apaga de novo, agora em frente a um ponto de ônibus, na passarela 5, sentido Zona Oeste. Alguns populares me ajudam a empurrá-lo para a calçada, dois policiais sinalizam, ligo para o reboque, é o jeito. E pela primeira vez, o Vader é rebocado. Conversa vai, conversa vem, o reboquista me conta histórias dele do tempo de caminhoneiro, daonde ele mora (em Santa Cruz), pegamos a Linha Amarela (liberaram caminhões, eba), chegamos em casa, descemos o pretinho e coloco-o na garagem. No dia seguinte, levo para o eletricista.

Na quarta, 20/5, de manhã BEM cedo levo o 306 a duras penas até o eletricista. A coisa estava tão feia que choveu e tive que limpar o pára-brisa com a mão, e dirigir 300 metros com a cabeça para fora do carro. Deixo lá, vou nadar, volto, converso com o eletricista... E vamos de buzão hoje. Aproveito e passo no meu mecânico, pergunto se dá tempo deles trocarem óleo (tinha vencido a troca), filtro de óleo (idem) e correia dentada (faltava 6000 km), fazia tudo de uma vez. Dava, se desse tempo o eletricista levaria o carro até eles para completarem o serviço.

Mas não deu tempo, só as 19 horas o carro ficou pronto. Na 5a, 21/5, vou eu pegar o carro, espero mais de 1 hora para o eletricista chegar (trânsito ruim), levo no mecânico, que troca tudo e eu pego na hora do almoço, finalmente. A bateria está carregando, tem 6 ou 8 meses que comprei. O rádio está acendendo, mas desliga o display depois de 5 segundos, vou ainda ver o que faço para resolver isso (talvez um hard reset). O próximo passo é o motor de arranque, que agarra um pouquinho ao ligar, mas é abrir e trocar o rotor, coisa mais simples. Isso fica para o mês que vem.

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19 abril 2009

Essa é para eu nunca mais esquecer...

Na atual situação lá da rede da escola, nosso tráfego passa por um proxy (o nosso) e depois pelo proxy da FAETEC. Depois de um pouco de trabalho com o comando route (já que 10.0.0.31 é um endereço interno da nossa rede E o endereço do proxy da FAETEC), alguns sites seguros (SSL) não entravam. Depois de muuuuuuuuito tentar, perguntar e ver com outros, a solução foi usar uma lista associada, e um comando, o never_direct.

Logo, basta criar uma lista de sites que irão querer que o navegador faça o acesso direto, e colocar essa lista como argumento do comando never_direct, no Squid. E pronto. Lógico que não lembrei de todos os sites que requerem isso. Além dos sites seguros, alguns requerem para logon em fóruns, e saí acrescentando. A lista cresce de acordo com a colaboração de colegas que noticiam sites que não funcionam, e assim funciona.

Quem me deu a dica foi um usuário do VivaOLinux, muito obrigado mais uma vez. Eu já estava perdendo os cabelos com essa.

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25 agosto 2008

Tá vendo porque eu não gosto de aplicativos Mono?

Estou eu tentando expurgar do meu Linux tudo que é Mono, mas sobrou o F-Spot, que é um gerenciador de fotos bacana, embora pesado. E eu tenho muitas imagens dentro do HD, acho que beiram as 5000. Nada como dar uma organizada na bagunça, catalogar tudo... E vim metendo tags em cada uma, em média umas 100 por dia.
De todas, cerca de 20% já está com etiquetas, e aproveitei, puxei as fotos que tirei na minha última incursão na Floresta da Tijuca. Sendo mais preciso, uma caminhada (ou triha) para o Pico de mesmo nome, aquele, com a escada. Quase 1 Kb de altura (1022 m), 2o mais alto ponto da cidade do Rio de Janeiro, etc e tal... Essas coisas que poucos nerds fazem, como ver a natureza.
Umas 64 fotos (das quase 100) ficaram muito boas e merecem ser compartilhadas. Ativo a conta no PicasaWeb (nunca usada), vou lá para exportar... E CRASH, F-Spot capota. Esquisito. Tento outras vezes, neca. Vou para o Oráculo perguntar, e vejo que outros tiveram o mesmo problema (típico). Solução é compilar uma versão mais nova. Bem, um yum <não-me-lembro-o-comando> f-spot faz descer as dependências para compilação, faço o ./configure... A versão da glib-sharp precisa ser mais nova. E para isso, tem que trocar a glib. Tô fora.
Bem, vamos exportar para o Flickr. Tenho conta lá também, até mais usada do que a outra. Ativo, tudo direitinho, seleciono 1 foto para experiência... E não faz o upload. Fica parado, tentando... Sem resposta.
"Pode ser zica da versão do F-Spot (ou Mono) no Fedora, vou tentar no Ubuntu", pensei. Vou no notebook, sincronizo os micros (viva o rsync e o shell script), faço os mesmos procedimentos... Nada feito. Faço uma tentativa, com uma conta do Photobucket, associo à galeria... Neca também. E agora, José? Antes que alguém levante a bandeira, existem 2 planos alternativos:
  1. Um é arrumar um programa que faça uploads para o Flickr, específico. Achei o DFO (ironicamente instalado no Google Code) e o postr, que funcionam bem. Mas ambos não importam as etiquetas do F-Spot, que se não me engano, são salvas na área EXIF da imagem. Ou seja, lá vou eu etiquetar tudo de novo... Ou ficar copiando-e-colando etiquetas, de um lado para outro.
  2. A outra é passar para o Picasa, do Google. Mas ele é um aplicativo Windows, que roda com o Wine dentro dele. Ou seja, para mim uma piada de mau gosto, ainda pior do que a do Mono.
  3. Outro programa organizador de fotos que não seja feito usando Mono. Procurei no Gnomefiles, não achei nenhum que preste.
Enquanto isso, vamos para o Google pesquisar e ver se tem alguma solução... Se alguém souber de outra solução que não essa, mande um comentário aí embaixo.

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