Realmente audacioso... E eu adorei!
Antes de tudo, está tudo aqui entupido de spoilers. Se não quiser saber nada, pule esse e o próximo post. Sim, continuo falando sobre Jornada nas Estrelas, e comentei no post anterior sobre a minha preocupação com as rupturas em relação à cronologia e ao cânon de Jornada nas Estrelas, do qual sou fã confesso e fissurado, e preocupado com todos os rumores que ocorreram a respeito do filme.
Mas J. J. Abrahms conseguiu sossegar o coração desse trekker aqui e da maioria, quando é deixado claro por Spock (Zachary Quinto) que a realidade que eles vivem agora é a alternativa. Quando Nero ultrapassa um buraco negro, volta no tempo e destrói a USS Kelvin, ele muda completamente o futuro, tornando (quase) tudo o que vemos no filme verossímil dentro do universo de Star Trek. Afinal, a aparição de Nero acaba sendo o fator que faz mudar a realidade, criando um fork (como dizemos em Software Livre), separado do que já temos.
Exemplos? O acontecimento com a Narada, nave de Nero, pode ter feito com que a Federação e os Romulanos finalmente se aproximassem, e nessa realidade alternativa, o episódio da 1a temporada da Série Clássica "Equilíbrio do Terror" teria até acontecido, mas não com as surpresas que foram colocadas, como o oficial Romulano sendo tão parecido com Spock, e todo mundo na nave levando um susto. Logo, o ponto 1 que coloquei deixa de ser um problema. Spock fala normalmente aos membros da Enterprise que Vulcanos e Romulanos guardam similaridades culturais e físicas, e ninguém se choca. Logo, todos sabiam.
Da mesma forma, a morte da mãe de Spock, Amanda Grayson, encaixa bem nesse futuro, assim como a destruição de Vulcano, que deve estar fazendo os trekkers mais radicais darem pulos de desespero nesse instante. Pontos 4, 5 e 7 (Kirk nessa realidade não foi oficial de armas da USS Farragut e nasceu no espaço, não em Iowa, mas sim criado) resolvem-se. O ponto 2 pode até passar, sem muita dificuldade. O ponto 3 passa também por não ter nenhuma referência se aquela nave na doca seca é a Enterprise. Chekov tão novo na Frota (ponto 6) é complicado. Como disse, resolve a maioria, mas não todos... Que podemos aceitar como "licença poética".
Como disse, estamos diante de um novo universo de Star Trek, que eu chamo de Star Trek Ultimate (sim, estou me aludindo ao Universo Ultimate, da Marvel). E como diria o Calvin: "É um mundo novo, Haroldo. Vamos explorá-lo!" Obrigado a Abrahms, Orci e Kurtzman e Lindelof pelo presente que nos deram, um universo novo a ser explorado.
A propósito, na minha última olhada no TrekBrasilis, o filme tinha R$ 31 milhões de bilheteria nos EUA. Isso desde o início da exibição, em algumas salas na 5a à noite, e até dia 8 de noite, ou seja, pouco mais de 24 horas. Muito bom! Espero que o filme se pague (US$ 150 milhões) e dê muito lucro, para termos um 2o e um 3o filmes, pelo menos.

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Amanhã é a estréia mundial do novo filme de "Jornada nas Estrelas", Star Trek XI ou simplesmente, Star Trek. Pelos três trailers veiculados, estamos todos nós, fãs, ansiosos pelo que iremos ver. Pelo visto, cenas de batalhas espaciais que sempre sonhamos em ver na telona serão vistas por nós; sequências de ação que arrancarão os ares dos nossos pulmões, e, quem sabe, boas atuações.
A primeira vez que ouvi falar da chance de termos um novo Indiana Jones, seria nos anos 50, com comunistas, macarthismo, alienígenas (homenagem aos filmes B da época), e obviamente, um Indy mais velho mas ainda piadista. É... Pelo visto usaram o mesmo roteiro, só com adaptações. E viva o Frank Darabont.
Finalmente assisti Tropa de Elite. Demorei por diversos motivos, mas não era porque não queria ver o filme. Afinal, há anos um filme nacional não atrai tanta polêmica, com críticas favoráveis e desfavoráveis, e justamente de pessoas por quem eu tenho respeito. Claro que a minha curiosidade estava atiçada, e, entre outras coisas, queria ver como o Wagner Moura interpretou o autor de frases que já estão eternizadas na memória coletiva do povo brasileiro, como "05, traz o saco!".
Eu fui ver Transformers no cinema, na última sexta-feira, como fã ardoroso dessa série animada, desde a minha infância. Agora quis ver o filme nos mínimos detalhes, criticar, elogiar e simplesmente babar com as cenas de ação. Dispensável dizer que eu baixei uma cópia do filme já há alguns dias, mas resisti e não assisti o filme... Todo. Assisti apenas a sequência onde o Líder Optimus aparece pela primeira vez, e a sua transformação, além da apresentação de todos os Autobots.
Preferia o caminhão vermelhão, Mack, ao invés do que foi o Optimus. Mas havia a necessidade de atualizar os robôs. Jazz é um conversível BMW (era um Porsche 944). Ironhide é uma picape grande (era um furgão vermelho). Starscream é um F-22 (era um F-15), Megatron é um avião (era uma pistola). Mas não ficou ruim, ele como arma não daria muito certo...








